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Digital Signage – a publicidade eletrônica: inteligente, diferente, limpa e eficiente

Você já viu um painel de Digital Signage?

A melhor forma de explicar o que é Digital Signage, é mostrar o que é Digital Signage:

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Este é um exemplo do que é um painel Digital Signage, que mostra neste exemplo, uma janela para notícias (à esquerda), e duas outras janelas (à direita e abaixo – estilo paisagem) com publicidade.

A idéia básica é utilizar televisores ou monitores estrategicamente posicionados em diversos ambientes para a divulgação de informações, acrescidos de publicidade dirigida. Atualmente, a maior parte dos painéis de DS são encontrados em boa parte dos aeroportos espalhados pelo mundo, usados para a mostrar as informações sobre os vôos de partidas e chegadas – com os respectivos horários, e em alguns casos, com alternância de publicidade, ou com uma janela anexa (como na figura acima) para “rolar” várias campanhas de publicidade em paralelo.

A imaginação e as tecnologias envolvidas é que possibilitam explorar os mais variados usos para o DS.

A seguir, são descritos alguns ambientes e exemplos de aplicação que podem utilizar o DS para a divulgação das mais diversas campanhas de publicidade:

* Aeroportos, rodoviárias, estações de trem e metrô, entre outras praças: onde as pessoas estão indo e vindo, aguardando outras pessoas e mesmo fazendo hora… pode ser utilizado como canal de informações – canal de notícias com conteúdo publicitário agregado, em forma de uma janela anexa ou mesmo alternando as notícias com o conteúdo publicitário, por exemplo

* Shopping Centers e lojas de departamento: divulgação das lojas, produtos e serviços, além do uso como uma TV interna

* Hipermercados e Supermercados: para o lançamento de novos produtos, campanhas, promoções relâmpago em consonância com a rádio interna (exemplo)

* Bares, restaurantes, lanchonetes e fast foods: TV com publicidade direcionada em paralelo, comerciais das empresas que patrocinam o estabelecimento, video clips, filmes publicitários de bebidas, automóveis, artigos esportivos e de luxo (por exemplo)

* Livrarias e Megastores: lançamentos de livros, CDs, DVDs, instrumentos musicais, softwares, lançamento de novas editoras, divulgação de equipamentos eletrônicos – realizando as campanhas sendo alternadas com video clips – com ou sem audio, além da alternância com telejornalismo de hora em hora pode ser utilizado para acrescentar conteúdo

* Drogarias e redes de perfumarias e cosméticos: promoção, divulgação, esclarecimento e usos para medicamentos, cosméticos em geral, produtos de beleza e maquilagem, acessórios, e etc…

* Salões de corte e tratamento para cabelo, maquilagem, tratamentos de corpo e pele: fixação das marcas de produtos novos e consagrados, exibição de modelos de cortes de cabelos e posts de notícias das revistas femininas em salões de cabelo e beleza – com notícias on-line

Outras possibilidades de utilização do DS serão colocadas e discutidas em posts e artigos posteriores, já que estamos inaugurando junto com este artigo, a categoria Digital Signage no Portal Medialess. Como o Portal Medialess tratará das novas aplicações e possibilidades na era da Convergência Digital, este será um dos novos segmentos que terá destaque daqui em diante.

Visão geral do funcionamento de um sistema Digital Signage

A denominação “Digital Signage” é relativamente nova, já que ainda no ano de 2006 era utilizado o termo Narrowcasting, mais especificamente na América do Norte. Na Europa, utiliza-se também a denominação de ScreenMedia ou “Digital Media Networks” ou em alguns casos “Captive Audience Networks”, ou “CANs”.

Em primeiro lugar, não existe uma única forma de se construir um sistema DS. Um sistema DS pode ser criado desde uma aplicação standalone, até uma rede complexa controlada por uma empresa especializada no gerenciamento dos equipamentos e dos conteúdos.

As telas de plasma, LCD ou mesmo outras tecnologias de vídeo, poderão ter um computador dedicado a cada uma das telas, como também, um servidor único que poderá fornecer conteúdo para uma rede de telas espalhadas em um shopping ou Aeroporto, por exemplo.

No lado da aplicação, de um modo geral, os sistemas se beneficiam do software Flash da Adobe, como pilar principal no desenvolvimento. A nova versão das ferramentas Flash permitem realizar um mix inteligente e eficiente das animações com o conteúdo de vídeo. Além disso, o Flash e outros softwares da Adobe são as ferramentas mais completas e utilizadas atualmente para desenvolver conteúdos de alto impacto visual e profissionalismo – em gráficos, animações, texto e mesmo vídeo. Uma das principais características positivas em relação ao uso do Adobe Flash é o tamanho dos arquivos que são transmitidos na rede: para o Digital Signage com gerenciamento e distribuição de conteúdo remoto, é fundamental que o tamanho dos arquivos seja o menor quanto possível para não impactar em atrasos que possam gerar falhas na grade de programação.

Digital Signage não é TV corporativa, mas um complemento infinitamente melhor a sua utilização

Já vi casos em que o DS foi implementado como uma TV corporativa rodando o conteúdo em DVD para todos os painéis ao mesmo tempo. Neste caso, apesar de ser uma TV corporativa, tinha traços de DS, já que conteúdo de publicidade era colocado entre a programação.

Esta situação não deve ser explorada como um modelo de DS. Digital Signage é uma aplicação sofisticada, de alta qualidade, altamente segmentada e customizada e que deve ser pensada e implementada com base no valor publicitário, mas que pode e deve tirar proveito de todos os recursos que o vídeo, o texto e animações podem proporcionar. Um exemplo é na promoção de campanhas de conscientização de limpeza pública, de manter a integridade e a segurança do local, de campanhas de saúde (vacinação, diabetes e controle de peso, por exemplo), da publicação de informações de caráter público – entre diversas outras possibilidades para auxiliar na divulgação de informações importantes para as pessoas.

Nos próximos posts vamos trazer casos práticos e falar sobre o mercado brasileiro de Digital Signage – que já está se iniciando por aqui.

Para saber um pouco mais sobre Digital Signage, o artigo deste link em inglês da Wikipedia acrescenta mais informações sobre o surgimento do DS.

Fonte: Media Less

Os novos caminhos do Merchandising

Ao falar de inovações no merchandising, com certeza ouviremos alguns sentidos do ser humano sendo citados. A tecnologia jamais esteve em contato tão direto com o consumidor no ponto-de-venda como nos dias de hoje. Iluminação, cores, fantasias e simplicidade são as principais tendências do merchandising.

O consumidor do varejo no Brasil ainda precisa esperar para ver as tendências chegarem ao país enquanto na Europa a população já vive esta realidade. Apesar da tecnologia ter papel fundamental para encantar o cliente, o vendedor ainda é visto como peça-chave para a venda e na comunicação com o consumidor.

A feira Euroshop mostra a cada três anos as novidades no PDV. Este ano o evento aconteceu na Alemanha e contou com a participação de três empresas do Brasil. O cenário mundial favorece a boa expectativa de investimento em varejo e, com o avanço tecnológico, o PDV ganhou um grande aliado na conquista de novos clientes. Profissionais de pesquisa e executivos do setor foram em busca das novidades no PDV e se encontraram no Seminário Tendências Mundiais em Merchandising para mostrar as tendências do trade marketing.

Luz, cores e ação
De acordo com Elisabeth Veiga, especialista em Marketing & Vendas do Centro de Desenvolvimento Empresarial do Senac Rio, a principal inovação para o PDV é a iluminação. O LED é a forma mais barata de emitir luz e pode ser usado também como fonte de energia para refrigeradores tornando o ponto-de-venda mais econômico. Esta nova ferramenta ajuda a diferenciar produtos como perfume. Outro destaque é a tecnologia RFId, um identificador de código feito por rádio freqüência, promessa de ser o maior sucesso das inovações para o PDV, segundo a executiva.

As tendências e inovações no ponto-de-venda são necessárias para atrair cada vez mais a atenção do consumidor. Cores e iluminação surgem como as principais maneiras de fazer o cliente escolher por uma marca no PDV. O varejo alimentício não está fora destas inovações e a tendência do setor é usar frutas posicionadas estrategicamente para aumentar a percepção do público.

O trade tende a apresentar novos canais ao consumidor com multiformatos, mais experiência de compra e segmentação. O mercado nacional avança rapidamente neste sentido. “A L’occitane de São Paulo foi a primeira loja da rede a criar um Spa para os clientes”, diz Simone Terra, Diretora da Simone Terra Soluções de Mercado e consultora especialista em Marketing Estratégico e Varejo do SENAC Rio. A executiva ressalta a nova identidade e conceito da Drogaria Onofre como referência em inovação.

Experiência e interatividade para encantar
Simone também esteve na Euroshop 2008 e lá percebeu que as lojas de eletro-eletrônicos estão propensas a fazer parcerias. Tudo em nome de melhores serviços, produtos e experiências de compra que ofereçam interatividade. Já o PDV de lojas de material de construção, por exemplo, caminham da mesma forma. “Na França é fácil pintar o seu apartamento porque o ponto-de-venda te ensina a pintar, cortar vidro, cortar um tapete na medida da sua sala. A loja até aluga o material para o cliente se for necessário”, conta Simone Terra.

Inovação não é só em atendimento, serviços ou produtos. Para chamar a atenção das pessoas e fazer com que elas voltem a querer um contato com a uma marca, é preciso encantá-lo. Perceber suas necessidades e supri-las apenas não basta. É preciso ir além das expectativas, buscar o diferencial que nenhuma empresa é capaz de oferecer.

Europa vive as tendências
Já imaginou ir ao supermercado fazer compras sem filas no caixa, sem precisar aturar um possível mau-humor do funcionário? Na Europa isto já acontece e lá o consumidor faz o papel de caixa, passando suas compras pelo leitor e efetuando o pagamento na própria máquina. “Isto já é realidade em quase toda a Europa e aumenta a satisfação do consumidor”, diz Simone, durante o Seminário Tendências Mundiais em Merchandising, no Senac Rio.

Das novidades e tendências para o ponto-de-venda, o que mais chamou a atenção dos especialistas em varejo que estiveram no evento foi o sistema RFId. Trata-se de uma etiqueta que é colocada no produto que aciona um terminal inteligente através de rádio freqüência. Este mecanismo permite, por exemplo, que o consumidor pegue uma garrafa de vinho na gôndola e saiba pelo monitor, a marca do produto, procedência e até o acompanhamento ideal para um jantar.

Lojas de artigos esportivos ou calçados podem identificar características, preço e consultar o estoque da loja através do RFId. Esta é uma interatividade nova para o consumidor que oferece como vantagem a sugestão de combinações a partir de uma peça escolhida, informações sobre o estoque da loja, precificação de produtos à distância, entre outras. As desvantagens da etiqueta ficam por conta do alto preço, aplicação manual no produto e a necessidade de mudar toda a leitura de preços das lojas.

PDV atrativo e ações relevantes
Quanto às novidades em stands, design e estrutura de eventos, as tendências principais seguem para o uso de cores, efeitos e texturas, sem falar da sustentabilidade. Segundo Simone Terra, a fantasia faz com que o ponto-de-venda tenha peso importante na hora da compra. “Não basta criar uma loja atrativa se ela não gerar fantasia, curiosidade ou chamar a atenção no PDV”, aponta a diretora da Simone Terra Soluções de Mercado.

Em meio a tantas inovações direcionadas ao consumidor no ponto-de-venda, as empresas também inovam e criam cargos direcionados ao seu público. A Coca-Cola tem executivos especializados em entender o que faz o seu consumidor ser fiel a marca, porque ele compra o seu produto, qual o perfil e o que ele quer. Para entender o consumidor, é preciso trabalhar o lado racional.

Por outro lado, existe a estratégia de shopper e customer marketing, que desperta o emocional do cliente fazendo com que ele precise do produto. “O Merchandising não é só uma boa idéia”, avalia Claudia Lorenzo, diretora de shopper and customer Marketing da Coca-Cola Brasil.

O papel do shopper na Coca-Cola é gerar mais freqüência, fidelidade e negócios para a empresa, entendendo as razões e emoções que levam a compra. Segundo pesquisa da marca, o consumidor de Coca-Cola tem estilo de vida diferente de quem compra o produto eventualmente. O público-alvo é jovem, consome o produto em momentos de lazer e não tem compromissos. Mas quem compra Coca-Cola é a mãe deste jovem cujo perfil é de quem quer agradar a todos, é ocupada e tem pressa.

Canais dentro de canais
Neste cenário, é comum que haja uma mistura de comportamentos no ponto-de-venda, já que a experiência de compra é cada vez mais diferenciada. “Os canais estão se misturando e ficando cada vez mais relevantes e pulverizados”, afirma a diretora de shopper and customer Marketing da Coca-Cola Brasil.

A mistura é visível no mercado mundial. Basta ir até a farmácia da esquina e ver que sandálias e shampoos estão nas gôndolas destas lojas. “Os supermercados se tornaram centros de conveniência, basta ver que o Extra é a rede que mais vende computadores no Brasil. Hoje todos os canais vendem de tudo”, conta a diretora da Coca-Cola Brasil.

Isto é um reflexo do poder do consumidor. O cliente de hoje quer conveniência, produto e sustentabilidade e procura por serviço, diferenciação e desenvolvimento. Partindo destes princípios, a Coca-Cola desenvolveu um sistema especialmente para as lojas de conveniência. Após perceber que o cliente deixa de buscar o produto para não perder o lugar na fila do caixa, a empresa implantou um sistema que leva a garrafa até o cliente. Quando ele retira o produto da gôndola, uma outra garrafa atravessa a loja pelo alto até chegar ao topo do recipiente e completá-lo novamente.

Pagando pelo olho
O visual merchandising também pode ser feito de forma criativa através da ambientação. “É possível acolher o produto e o cliente através da sensação de bem-estar no ponto-de-venda”, explica Maurício de Paula, Diretor de Criação da agência Questro. De acordo com o executivo, este segmento envolve de vitrines a displays e quiosques, mas de nada adianta se não tiver o vendedor preparado. “É necessário que haja união entre vitrine, fachada e treinamento aos vendedores. O achismo não tem espaço no ponto-de-venda”, diz.

Telas de LCD ou Plasma estão na crista da onda quando se fala em merchandising. De acordo com Gilberto Strunch, sócio-diretor da Dia Comunicação, o Digital Signage é uma ferramenta que oferece conteúdos personalizados em telas de LCD e Plasma de diversos tamanhos. Sucesso no ponto-de-venda, a sinalização digital pode proporcionar grandes experiências de compra, mas é preciso cuidado. “Colocar a tela na loja não pode ser feito com olhar de decoração, tem que ser eficaz na comunicação com o consumidor”, afirma o executivo.

O sócio-diretor da Dia Comunicação ressalta que este conceito pode e deve ser aplicado em qualquer PDV. A tecnologia DS faz parte de uma comunicação diferenciada com o consumidor. Com esta ferramenta é possível ampliar conteúdos de informações sobre produtos e serviços e aumentar a eficiência do PDV, além de poder ser usada em outros segmentos. “Em redes de fast-food, por exemplo, existe a possibilidade de fornecer ofertas no DS ao consumidor que entra na loja na hora do almoço”, diz Strunch.

Simplicidade a serviço do PDV
Inovar requer criatividade e para criar nem sempre é preciso fazer grandes investimentos. Outras tecnologias podem ajudar bastante na diferenciação do PDV, basta que sejam aplicadas de forma simples e objetiva. Motores à pilha podem chamar a atenção do consumidor pela idéia de movimento, como por exemplo um manequim em uma loja de esportes “correndo” ou cortinas que passeiam pela loja com desenhos projetados.

Entre as tecnologias mais recentes do varejo, as telas de Touch Screen e as projeções através de hologramas são as mais populares e as que causam maior impacto ao consumidor. Porém, o que mais importa é a mensagem que é passada ao público e não a tecnologia usada como meio. A mensagem deve ser sedutora, emocional e precisa falar com o consumidor acima de tudo.

Fonte: Mundo do Marketing

Os novos concorrentes da Globo

É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%. Nos Estados Unidos, a primeira grande rede a investir no potencial da TV de varejo foi o Wal-Mart. A maior rede de supermercados do mundo instalou 125 000 aparelhos de plasma e LCD em 4 000 lojas, que exibem programação contínua para um público estimado em 127 milhões de pessoas por semana — números que tornam a rede a quarta maior emissora do país, atrás de NBC, ABC e CBS. O canal do Wal-Mart conta com mais de 200 anunciantes. Estima-se que o canal exclusivo da empresa fundada por Sam Walton tenha faturado 100 milhões de dólares no ano passado.

A TV do varejo

A audiência nas principais redes de supermercados e fast food que transmitem programas de televisão dirigidos aos clientes brasileiros:

Carrefour: 27 milhões de espectadores por mês
Wal-Mart: 15 milhões de espectadores por mês
Habib’s: 15 milhões de espectadores por mês
Ri Happy: 1,5 milhões de espectadores por mês
Fran’s Café: 1 milhões de espectadores por mês

Fonte: empresas

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês (veja quadro). A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.” No entanto, pesquisa encomendada ao instituto Ipsos pela Subway Link, a produtora de TV responsável pelos programas exibidos nas lojas brasileiras do Wal-Mart, mostra que os consumidores que se transformam em telespectadores ainda são minoria. Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados se lembraram de imediato das telas instaladas nas lojas — quando estimulados pelo entrevistador, outros 69% afirmaram ter notado as TVs. Considerando ambos os grupos, 25% dos entrevistados disseram se lembrar de alguma propaganda exibida. “A publicidade nas TVs de varejo tem apresentado taxas muito altas de lembrança por parte dos consumidores. Mas é preciso aprofundar as metodologias de pesquisa nessa área”, diz Patrick Quinn, presidente da consultoria americana PQ Media.

As redes de TV de ponto-de-venda vêm crescendo nos Estados Unidos dentro de um contexto específico. As grandes emissoras de televisão aberta enfrentam cada vez mais dificuldades de manter a atenção do espectador durante os intervalos comerciais — que, graças a dispositivos eletrônicos como o TiVo, simplesmente pode eliminar a publicidade da programação. Com as TVs de varejo, os anunciantes ganharam mais uma maneira de atingir seu público sem correr esse risco. No Brasil, esse tipo de publicidade tem se revelado uma opção ao outdoor, depois que a prefeitura da cidade de São Paulo, maior mercado consumidor do país, proibiu propaganda em locais públicos — uma iniciativa que já começa a ser discutida em outras capitais brasileiras. Além do Carrefour e do Wal-Mart, já é possível encontrar TVs de ponto-de-venda na rede de lojas de brinquedos Ri Happy, na cadeia de fast food Habib’s e na cafeteria Fran’s Café. Recentemente, o grupo Pão de Açúcar anunciou que iniciará testes com um sistema semelhante ao do Carrefour em cinco lojas do hipermercado Extra. Em breve, a Lojas Americanas também implantará seu canal em 250 de suas 450 unidades. As cifras desses projetos ainda são diminutas, mas as emissoras de televisão, definitivamente, ganharam novos concorrentes.

Fonte: Info Exame

Força à mídia digital exterior

Fragmentação e dispersão são palavras que tiram o sono de boa parte dos executivos de marketing e publicidade atualmente. Isso porque a multiplicidade dos meios de acesso aos consumidores tem feito a audiência se movimentar de um canal a outro de maneira extremamente rápida e sem muitos critérios. O que as organizações buscam é a atenção do cliente, independente do momento ou local que estiver.

Com base nesses critérios foi criada hoje a Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH), entidade formada por empresas que utilizam monitores de alta tecnologia para transmitir programação relevante para as pessoas que estão fora de casa, seja em ônibus, supermercados, bares, elevadores, restaurantes, entre outros.

Presidida por Waltely Longo, a associação conta inicialmente com 13 companhias fundadoras que têm como proposta consolidar números do segmento e estimular empresas anunciantes a investir mais recursos nesse tipo de mídia. Segundo o Projeto Intermeios, o setor movimentou R$ 39,65 milhões no ano passado. A previsão da entidade para 2008 é que este mercado cresça mais de 100%, ultrapassando a barreira dos R$ 75 milhões.

Nos Estados Unidos, o setor movimenta algo em torno de US$ 1,3 bilhão. Um levantamento conduzido recentemente pela eMarketer, empresa especializada em estudos na área de marketing digital, revela que o setor de mídia digital out of home deve somar receita de aproximadamente US$ 2,25 bilhões até 2011.

O recado é claro. A meta não é tratar o segmento como mídia alternativa. “Somos fruto de um novo processo de dimensão mundial onde se valoriza comunicação fora de casa (em diferentes locais), com os consumidores em movimento, e onde se procura explorar da melhor e mais pertinente forma aquele momento especifico da interação. Esse momento pode estar ligado ao ponto de venda, pessoas em movimento em diferentes situações (vôo, elevador, etc), seja em ambientes fechados ou abertos”, diz o presidente da entidade.

Até então, quem tem feito o mercado crescer são, principalmente, as próprias agências de propaganda. Entre os principais anunciantes, a entidade destaca o setor automobilístico, cartões de crédito, varejo, bancos, alimentos, beleza, cursos, cinema, governo, restaurantes, companhias aéreas, telefonia, assistência médica, laboratórios, refrigerantes, cuidados pessoais e limpeza, universidades, entre outros.

O plano de ação ainda está sendo detalhado pelo integrantes da entidade, mas a tarefa não será fácil. São cerca de 15 iniciativas para aproxima a mídia digital out of home do mercado anunciante. Essa programação, que inclui pesquisas, workshops e definição de métricas, será apresentada no site da associação nas próximas semanas.

De acordo com Flávio Polay, diretor de marketing da Elemidia, uma das integrantes do grupo, a associação quer impulsionar o aumento da verba destinada a este canal por meio da elaboração de práticas de desenvolvimento e aculturação do mercado anunciante. “Na prática, isto já vinha acontecendo de forma isolada por cada empresa operadora, mas agora faremos isto em conjunto”, revela o executivo.

Neste primeiro momento, a entidade vai se concentrar na criação de um portal com informações relevantes sobre as empresas e dados que dizem respeito ao mercado. “Queremos também estimular a produção de pesquisas e métricas para melhor aferir o desempenho do meio e das empresas”, diz Eduardo Aidar, diretor comercial da TVO.

Conteúdo

Um erro na oferta de conteúdo pode ser crucial para o sucesso ou não de iniciativas do gênero. E esse deve ser, inclusive, um dos principais desafios organizar e distribuir o conteúdo de forma inteligente e relevante.

Como pretendem tratar a questão da intrusão, que pode ser mortal para o modelo, ou seja, se o ponto não souber oferecer aos clientes o conteúdo ideal ou adequado, ele não servirá, ao contrário, afastará os usuários. “Os conteúdos têm que ser adequados e em sincronia com os diversos públicos que estão em movimento, no momento, local e dose certos”, explica Longo.

Luiz Roberto Valente, diretor comercial da TVTrem, lembra que o mercado especializado na produção de conteúdo está sim preparado para atuar efetivamente, preparando projetos customizados para anunciantes que acreditam no poder do conteúdo atrelado à mensagem publicitária. “No caso da TvTrem, que é feita por uma produtora de conteúdo, temos uma ação proativa em que oferecemos blocos de matérias patrocinadas. Entendemos que esse é um importante caminho para atrair ainda mais o investimento do anunciante”, diz.

Fonte: Consumidor Moderno

ABDOH – Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home

ABDOH

ABDOH

Associação nasce com 13 empresas associadas, que vão padronizar e criar parâmetros de mensuração para o setor, seguindo modelos já estruturados internacionalmente.

São Paulo, 10 de junho de 2008 – O publicitário Waltely Longo acaba de oficializar a criação da ABDOH – Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home – que nasce com 13 empresas fundadoras cuja atuação está focada num dos meios de comunicação que mais cresce em todo o mundo. A mídia digital out of home já é um mercado estimado em U$1,3 bilhões nos Estados Unidos, o que equivale a um dos mais elevados índices de crescimento na indústria da mídia exterior norte-americana. A trajetória desse tipo de mídia segue uma trilha de sucesso também no Brasil.

“O surgimento desses novos meios de comunicação que integram a categoria de mídia digital out of home é a resposta que o mercado esperava para reconquistar a atenção do consumidor, por meio da relevância que uma mensagem adquire ao ser transmitida em sincronia com o ambiente que ela se realiza”, diz Waltely Longo, presidente da ABDOH.

A ampla disseminação dos avanços tecnológicos ocorrida nos últimos anos e o profundo impacto que essas mudanças geraram no comportamento dos consumidores, vêm fazendo com que uma “nova ordem mundial de mídia” comece a assumir contornos mais nítidos e venha adquirindo aspectos cada dia mais concretos no panorama da comunicação mundial.

Essas rápidas transformações aceleraram a preocupação de anunciantes, profissionais de marketing e comunicação em todo o mundo, constatarem que as audiências estão cada dia mais dispersas, fragmentando a mensagem que chega aos consumidores. É nesse complexo contexto de mudanças que a tradicional disputa pela audiência vem perdendo espaço para uma batalha ainda mais acirrada. O novo desafio da comunicação é conquistar a efetiva atenção do consumidor num ambiente cada dia mais congestionado pela multiplicidade de estímulos e informações.

Baseado nesses fatores, analistas internacionais explicam o rápido e sólido crescimento registrado no setor de mídia digital out of home, definida como um tipo de meio de comunicação que atinge os consumidores quanto eles estão fora de suas casas. Sua principal característica é a utilização de monitores da alta tecnologia e transmissão digital de diferentes tipos de conteúdo.

A eficácia da mídia digital out of home está ligada à sua pertinência na conjuntura atual das metrópoles. Com uma concentração cada vez maior de pessoas e serviços, as grandes cidades apresentam uma realidade que torna propícia a oferta de uma mídia formatada exclusivamente para o cenário. “Enfim, os tempos modernos fazem com que as pessoas passem muito mais tempo fora de suas casas em comparação há 30 anos”, analisa Waltely Longo.

O mais importante conceito desses veículos é a oferta de comunicação dirigida para audiências cativas, como por exemplo: monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, bares e restaurantes. Há ainda aqueles estrategicamente instalados, com programação segmentada para públicos que se encontram em elevadores, ônibus, metrô, trens e consultórios médicos.


O que é a ABDOH

A exemplo de iniciativas similares já existentes em outros países, as principais empresas do mercado brasileiro que atuam no setor de mídia digital out of home decidiram se unir para criar uma associação representativa e de prestação de serviços do setor. Nasce assim a ABDOH, uma entidade cuja missão é incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, produzir e divulgar informações técnicas sobre o segmento, estabelecer normas e procedimentos éticos do setor, padronizar sistemas de controle e avaliação, além de ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio, posicionando-o como uma poderosa ferramenta da construção de marcas de produtos e serviços.

São 13 as empresas sócio-fundadoras da ABDOH:

- CerejaPRN (Varejo)
- CineBoteco (Bares e Restaurantes)
- Elemídia (Elevadores de Ed. comerciais, Hotéis e Universidades, além de academias e Lojas de conveniência)
- Elemidia Empresas (Comunicação Corporativa)
- Elemidia Mall (Shopping Centers)
- Indoormidia (Aeroportos e Shopping Iguatemi)
- Speed Cast (Varejo)
- Strat Digital Signage (Varejo)
- Subway Link (Supermercados e Varejistas)
- TV Minuto (Metro SP)
- TV Mulher & Mãe (Consultórios e Maternidades)
- TvTrem (Trens Metropolitanos – CPTM)
- TVO (Mídia Digital Móvel – Ônibus)

Essas companhias apresentaram um faturamento R$ 30 milhões em 2007 e os números do primeiro trimestre deste ano confirmam uma previsão de crescimento superior a 100%, o que representará um faturamento de mais de R$ 73 milhões até o fim de 2008. O impacto desse crescimento refletirá também na expansão do total de monitores instalados, que deve saltar de 9 mil para 20 mil unidades nesse mesmo período.

A mídia digital out of home mostra uma expansão inquestionável. Esse tipo de investimento ganha cada vez mais espaço no budget de marketing dos anunciantes, consolidando-se como uma solução para as marcas que querem atingir seus consumidores com taxas mínimas de dispersão. Importantes setores da economia já estão utilizando os monitores das empresas associadas à ABDOH. Entre elas: setor automobilístico, cartões de crédito, varejo, bancos, alimentos, beleza, cursos, cinema, governo, restaurantes, companhias aéreas, telefonia, assistência médica, laboratórias, refrigerantes, cuidados pessoais e limpeza, universidades, entre outros.

A estrutura organizacional da ABDOH está composta, além dos Conselhos Fiscal e Administrativo, por cinco Vice-Presidências, que coordenarão trabalhos nas áreas de marketing e relações com o mercado, pesquisa e sistemas de controle, desenvolvimento e inovações tecnológicas, administrativo-financeiro e assuntos jurídicos e de normas éticas, e relações com os associados. A entidade conta ainda com um Núcleo Estratégico e Operacional que fornecerá apoio à Diretoria e aos Conselhos, exercendo ainda funções estratégicas e voltadas para o desenvolvimento do mercado. Para essas funções, foram contratadas as empresas Singular Arquitetura de Mídia, por meio de Geraldo Leite e Bira Business & Marketing, na qual Ubiratan Macedo exercerá a função de diretor executivo da ABDOH.

ORGANOGRAMA
Presidente – Waltely Longo – TV Mulher & Mãe
VP Administrativo, Financeiro e Assuntos Jurídicos – Luiz Roberto Valente – TvTrem
VP Normas Éticas e Rel. com Associados – Alfredo Luiz dos Santos – Subway Link
VP Marketing e Relações com o Mercado – Eduardo Aidar – TVO
VP Desenvolvimento e Inovações Tecnológicas – Eduardo Alvarenga – Elemidia Mall
VP Pesquisa e Sistemas de Controle – Flávio Polay – Elemidia

Conselho de Administração
Ângelo de Sá Jr. – Indoormedia
Eduardo Rosemback – CineBoteco
Felipe Forjaz – Elemidia Empresas
Flávia Sampaio – CerejaPRN

Conselho Fiscal
Daniel Simões – TV Minuto
Pedro Gonzalez – Speed Cast
Nelson Acar – Strat Digital Signage

Núcleo Estratégico e Operacional
Ubiratan Macedo – Diretor Executivo – Bira Business & Marketing
Geraldo Leite – Singular Arquitetura de Mídia

SUCESSO INTERNACIONAL
A experiência brasileira reflete o sucesso da mídia internacionalmente. A criação da ABDOH coloca o Brasil na lista dos países com as melhores associações representativas do setor de mídia digital out-of-home. Nos Estados Unidos, por exemplo, a OVAB – Out-of-Home Video Advertising Bureau (www.ovab.org) – formou, em menos de um ano, a mais bem-sucedida associação do segmento. No ultimo mês de abril, por exemplo, ganhou mais três membros, Arena Media Network, CBS Outernet e Zoom Media, passando a representar um total de 26 empresas. Com centenas de novas companhias, a OVAB percebeu que era preciso padronizar o setor e prepará-lo para crescer de forma consistente. “A mídia digital out-of-home não é futurismo. Ela já faz parte da nossa realidade”, diz David Verklin, fundador e CEO da Aegis e membro do conselho da OVAB.

A associação prepara em parceria com a Associação das Agências de Propaganda dos Estados Unidos, um estudo que irá definir parâmetros para planejamento e compra da mídia, além da avaliação do tamanho do mercado em comparação a outros meios. Com base no feedback das agências e anunciantes locais, a OVAB espera publicar esse material em junho. Já no Canadá, as empresas de mídia digital out-of-home são representadas pela Canadian Out-of-Home Digital Association – CODA – (www.the-cdsa.org), uma associação sem fins lucrativos que defende a imagem da mídia digital out of home, oferecendo os mecanismos necessários para sustentar o seu crescimento.

PREVISÃO
Pesquisa divulgada recentemente pela eMarketer, empresa especializada em estudos na área de marketing digital, revela que o setor de mídia digital out of home deve somar receita de aproximadamente US$ 2,25 bilhões até 2011, quase o dobro dos US$ 1,26 bilhões registrados em 2007. A previsão imprime um novo estímulo para o segmento de mídia exterior, que vem ganhando impulso nos últimos anos em todo o mundo. De acordo com o relatório da eMarketer, a mídia digital out of home está prestes a se transformar na maior solução de comunicação “fora de casa”, em comparação aos formatos tradicionais de placas, posters, entre outros.

A pesquisa mostra que esse tipo de mídia está livre da competição imposta pela Internet, seguida da TV, jornais e outros meios tradicionais de mídia. “A nova realidade do mercado de comunicação mundial favorece a consolidação da mídia digital out of home, enquanto as mídias convencionais lutam para sobreviver”, diz Ben Macklin, analista sênior da eMarketer e autor do estudo, que prevê um boom, especialmente na instalação de monitores, em função da diminuição dos preços das telas de LCD e o aumento da penetração da tecnologia wireless para transmissão de conteúdo, permitindo ao mercado publicitário abastecer a programação de forma ainda mais rápida e flexível.

Waltely Longo – ABDOHWALTELY LONGO
wately-longo-abdohPresidente da ABDOH e Sócio-Diretor Grupo Mulher & Mãe
Waltely é graduado em Economia na Universidade Pontifícia Católica de São Paulo. Concluiu vários cursos de pós-graduação em Marketing e Comunicação nos Estados Unidos e Europa. Iniciando em 1975, foi para a J. Walter Thompson como Executivo de Contas, atendendo Alpargatas e Ford, indo depois para a Lintas, O&M e BBDO, onde cuidou de marcas importantes como Gillete, Unilever, Johnson & Johnson e Souza Cruz. No começo dos anos 80, foi convidado pela American Express para ser Gerente de Marketing e lançou o primeiro cartão da empresa no mercado brasileiro. Sua primeira experiência como CEO de agência foi na Lintas Chile em 1992, culminando na conquista do prêmio Agência do Ano em 1994. Em 1995, tornou-se Presidente da Lintas Brasil. Cinco anos mais tarde, tornou-se Presidente e CEO da Y&R Brasil. Vice-Presidente da ABAP (Associação Brasileira de Agências de Propaganda) e Membro do Conselho da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Atualmente Waltely é Sócio-diretor do Grupo Mulher & Mãe.

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Fonte: Blog Digital Signage Brasil

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